O que é autismo

O autismo é uma condição do desenvolvimento neurológico que afeta a capacidade da pessoa se comunicar, interagir e se comportar adequadamente com os outros em situações sociais. Segundo dados divulgados pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos EUA, em 2014, 1 em cada 68 crianças sofre de autismo. No Brasil, estima-se que tenhamos mais de 2 milhões de pessoas com autismo, mas, infelizmente, cerca de 90% dos brasileiros com autismo não recebem diagnóstico, de acordo com o psiquiatra Estevão Vadasz, coordenador do Programa de Transtornos do Espectro Autista do Instituto de Psiquiatria do HC de São Paulo.

O autismo é caracterizado por deficiências em habilidades sociais, comunicação e comportamento restrito e repetitivo, como agitar as mãos e uma insistência na mesmice. Muitas crianças também têm respostas sensoriais incomuns, e podem se afastar de luzes brilhantes.

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Síndrome de Asperger (SA) e autismo

A Síndrome de Asperger (SA) é um transtorno neurobiológico que faz parte de um grupo de doenças neurológicas conhecidas como Transtorno do Espectro Autista (TEA). Essa síndrome é considerada, por muitos anos, uma condição distinta, porém próxima e relacionada ao autismo. Pessoas com Síndrome de Asperger têm três características principais:

  • Dificuldade de interação social
  • Comportamentos repetitivos
  • Rigidez no pensamento e um foco em regras e rotinas

Algumas pessoas com TEA, incluindo aquelas com SA, são classificadas como de alto funcionamento. O Autismo de Alto Funcionamento (AIA) significa que essas pessoas não têm a aquisição da linguagem atrasada, e o desenvolvimento cognitivo é típico de muitas pessoas com transtornos do espectro do autismo. Muitas vezes, indivíduos diagnosticados com SA têm inteligência normal ou acima do normal. Além disso, as pessoas com esta condição são capazes de ser educadas em salas de aula normais e de trabalhar. A Síndrome de Asperger não pode ser curada, mas o diagnóstico e a intervenção precoces podem ajudar a criança a ser menos socialmente desajeitada, atingindo o seu potencial e levando uma vida mais produtiva.

Sintomas do Autismo

Autismo

Não há pessoas com autismo totalmente iguais, com os mesmos sintomas, mas muitos pais percebem sinais da doença quando a criança não atende a certos marcos de desenvolvimento, normalmente entre 18 meses e 3 anos de idade. Por exemplo, nessa fase a criança pode ter problemas com o contato olho a olho, dificuldade de responder ao seu nome ou ausência de jogo imaginativo.

Os pais também podem perceber que seu filho não se interage com os outros. No entanto, formas leves da doença podem não ser tão aparentes até que a criança cresça. Algumas pessoas nem mesmo são diagnosticadas até a idade adulta.

Crianças com autismo têm dificuldades de relacionamento e comunicação com outras pessoas.

Os bebês, por exemplo, não olham muito para outras pessoas. Até os dois anos de idade, muitas vezes essas crianças não vão responder ao seu nome ou sorrir para os outros. Elas também não vão imitar os outros com um comportamento, como bater palmas.

Crianças com autismo muitas vezes repetem um determinado comportamento mais e mais, ou se fixam em um objeto. Por exemplo, elas podem repetidamente apagar as luzes de algo ou lugar, ou fixar nas rodas de um carrinho de brinquedo, ao invés de brincar com o carrinho inteiro e evoluir a brincadeira.

Muitas crianças com autismo também têm problemas sensoriais incomuns, embora isso não seja necessário para um diagnóstico. Elas podem:

  • Ser especialmente sensíveis ao som, o que faz com que elas levantem as mãos aos seus ouvidos para bloquear o ruído.
  • Ter sensibilidade à sensação de objetos e cheiro de tudo à sua volta.
  • Querer comer apenas alimentos com uma certa textura – por exemplo, comer apenas comida macia.
  • Usar muito sua visão periférica, ou inclinar a cabeça para olhar para objetos de um ângulo em particular.

Algumas crianças com autismo têm inteligência abaixo da média. Outras têm inteligência dentro da faixa considerada normal – muitas vezes chamado de Autismo de Alto Funcionamento. O autismo também pode estar presente com outras condições, tais como epilepsia e outros distúrbios como síndrome do X Frágil – condição de origem genética, considerada a causa mais frequente de comprometimento intelectual herdado.

O transtorno autista pode ser diagnosticado em cerca de dois anos de idade na maioria das crianças. Nessa idade, geralmente é possível perceber se um bebê ou uma criança está com desenvolvimento em conformidade, com base na idade, particularmente em relação à interação e comunicação social e emocional.

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O que deve ser verificado para identificar se uma criança apresenta o autismo é:

Interações sociais
Crianças com autismo poderão:

  • Parecer estar sempre em seu próprio mundo;
  • Ter pouco contato com os olhos durante uma interação;
  • Não usar gestos, como levantar os braços para ser pegada no colo;
  • Não compartilhar interesses para um objeto ou evento;
  • Mostrar pouca emoção ou empatia;
  • Não responder a seus nomes;
  • Não ter interesse em outras crianças.

Comunicação

Crianças com autismo poderão:

  • Ter pouca ou nenhuma fala;
  • Não se envolver em brincadeiras;
  • Ecoar palavras ou frases sem sentido ou em tom incomum de voz;
  • Ter dificuldade em compreender instruções simples, como “Me entregue o lápis”.

Comportamentos repetitivos ou persistentes

Crianças com autismo poderão:

  • Ter grande interesse em um objeto particular;
  • Focar em movimentos repetitivos, como abrir e fechar a porta de um carrinho de brinquedo em vez brincar de outras formas;
  • Seguir rotinas e ser facilmente ser perturbada pela mudança;
  • Mostrar movimentos corporais repetitivos ou inusitados, como bater palmas ou andar na ponta dos pés.

Questões sensoriais
Crianças com autismo poderão:

  • Ser extremamente sensíveis a experiências sensoriais, como se perturbar com certos sons, ou só comer alimentos com uma certa textura;
  • Procurar estimulação sensorial, como gostar de objetos que vibram como a máquina de lavar roupa;
  • Gostar de vibrar seus dedos ao lado de seus olhos para ver o lampejo de luz.

Diagnósticos e Exames de Autismo

O processo de diagnóstico é diferente para cada pessoa com autismo. Na maioria dos casos, os pediatras fazem uma observação direta do comportamento da criança e realizam uma entrevista com os pais ou responsáveis. Sendo o autismo identificado, a família pode receber um encaminhamento para um especialista para uma avaliação diagnóstica.

Ao diagnosticar o autismo, os especialistas elaboram relatórios com dados observacionais diretos sobre o comportamento da criança, que encoraja os pais a manter registros de desenvolvimento detalhados do crescimento de seus filhos.

Uma equipe completa de médicos também pode diagnosticar distúrbios adicionais, que muitas vezes acompanham o autismo, incluindo Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), deficiência intelectual, epilepsia e depressão. Pessoas com certas doenças genéticas, como a Síndrome do X frágil e Esclerose Tuberosa Complexa (TSC) também tendem a ter autismo, segundo especialistas.

Quando um atraso no desenvolvimento é reconhecido em uma criança, mais testes podem ajudar o médico a descobrir se o problema está relacionado ao autismo, outro Transtorno Invasivo do Desenvolvimento (TID), ou a uma condição com sintomas semelhantes, tais como atrasos de linguagem ou transtorno de personalidade esquiva. Se o profissional de saúde não tem formação específica ou experiência em problemas de desenvolvimento, o mesmo pode indicar um especialista, como um pediatra de desenvolvimento, um psiquiatra, um fonoaudiólogo, psicólogo ou psiquiatra para crianças.

Avaliações comportamentais.Várias orientações e questionários são utilizados para ajudar o médico a determinar o tipo específico de atraso de desenvolvimento que a criança pode ter, que incluem:

  • Histórico médico. Durante a entrevista médica, o médico faz perguntas gerais sobre o desenvolvimento da criança. Por exemplo, crianças com autismo muitas vezes apontam para itens que querem, mas não apontam para mostrar aos pais um item.
  • Diretrizes de diagnóstico para o autismo. Os critérios para diagnóstico do autismo são projetados de modo que um médico pode avaliar o comportamento de uma criança relacionado com os sintomas do autismo.
  • Observações clínicas. Um médico pode querer observar a criança com atraso de desenvolvimento em diferentes situações. Os pais podem ser convidados a tentar entender determinados comportamentos das crianças nessas circunstâncias.
  • Testes de desenvolvimento e inteligência. Também são recomendados testes que avaliam se os atrasos no desenvolvimento de uma criança afetam a sua capacidade de pensar e tomar decisões.

Avaliações físicas e exames laboratoriais.Outros exames podem ser usados ​​para determinar se um problema físico pode estar causando sintomas de autismo. Esses exames incluem:

  • Exame físico. Incluindo perímetro cefálico, peso e medidas de altura, para determinar se a criança tem um padrão de crescimento normal.
  • Testes de audição. Para determinar se problemas de audição podem estar causando atrasos de desenvolvimento, especialmente aqueles relacionados às habilidades sociais e uso da língua.

Outros testes de laboratório podem ser feitos em circunstâncias específicas. Estes testes incluem:

  • Análise cromossômica, que pode ser feita se há deficiência intelectual ou uma história familiar de deficiência intelectual.
  • Eletroencefalograma (EEG), que é feito se houver sintomas de convulsões.
  • Ressonância magnética (RM), para identificar sinais de diferenças na estrutura do cérebro.

Detecção precoce

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Se um médico descobre os seguintes sinais óbvios de atrasos de desenvolvimento, a criança deve ser imediatamente avaliada:

  • Quantidade e padrão de balbucio (experiência inicial com sons e gestos) reduzido ou nulo;
  • Não emite palavras até 16 meses;
  • Não completa frases espontâneas até 24 meses, com exceção das frases repetidas (ecolalia);
  • Qualquerperda de competências linguísticas ou sociais, em qualquer

Se não houver sinais evidentes de atrasos de desenvolvimento ou quaisquer indicações incomuns dos testes de triagem, a maioria dos bebês e crianças não precisam de uma avaliação mais aprofundada até a próxima visita ao médico.

Irmão com autismo

As crianças que têm um irmão com autismo devem continuar o acompanhamento profissional, porque estão em maior risco de autismo e outros problemas de desenvolvimento.

Tratamento do Autismo

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Não há nenhuma “cura” para o Transtorno do Espectro Autista (TEA). No entanto, uma série de programas educacionais e comportamentais especializados podem ajudar as crianças com autismo.

Pode ser difícil saber se a intervenção irá funcionar para a criança, porque cada pessoa autista é afetada de forma diferente. Alguns tipos de intervenção podem envolver horas de tratamento intenso, mas isso nem sempre é possível para muitas famílias por causa dos compromissos e finanças.

Qualquer tratamento para o autismo deve se concentrar em aspectos importantes do desenvolvimento da criança, como:

  • Habilidades de comunicação– uso de imagens para ajudar na comunicação (como fala e habilidades de linguagem que geralmente são atrasadas);
  • Habilidades de interação sociais– como a capacidade de compreender os sentimentos dos outros e responder a eles;
  • Habilidades de jogo imaginativo– como incentivar brincadeiras;
  • Habilidades acadêmicas– competências “tradicionais” que uma criança precisa para avançar com a sua educação, como leitura, escrita e matemática.

Educação e treinamento dos pais

Os pais de uma criança com autismo têm um papel crucial no apoio a seu filho e melhora de suas habilidades. Se for comprovado que o filho tem autismo, é o momento de começar a estudar e descobrir o máximo que puder sobre a doença.

Consultoria em comunicação para os pais

A comunicação é particularmente um desafio para crianças com autismo. Ajudar o filho a se comunicar pode reduzir a ansiedade e melhorar o comportamento.

Estas dicas podem ser úteis ao se comunicar e interagir com uma criança com autismo:

  • Usar o nome dela para que saiba que está abordando-a.
  • Manter o mínimo barulho de fundo possível.
  • Manter uma linguagem simples.
  • Falar devagar e claramente, com pausas entre as palavras.
  • Acompanhar o que diz com gestos simples.
  • Dar um tempo para a criança processar o que foi dito.

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Programas de apoio aos pais

Hoje, há muitos programas de aconselhamento e suporte disponíveis para os pais de crianças recém-diagnosticadas com autismo. Muitos programas têm o objetivo de informar e apoiar os pais, e oferecer conselhos práticos sobre como lidar com seu filho e ajudá-lo a melhorar suas habilidades.

Alguns programas também têm como objetivo abordar as necessidades da criança em casa e na escola, treinando os pais e responsáveis pela educação da mesma, juntamente com um possível profissional que trabalha regularmente com a criança.

Tratamentos psicológicos

Se o comportamento da criança está causando problemas, ela será avaliada para possíveis diagnósticos, como uma condição física de saúde, problema de saúde mental ou fatores ambientais. Nos casos em que uma criança com autismo também tem um problema de saúde mental, como ansiedade, um tratamento psicológico pode ser indicado.

Tratamentos psicológicos, como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC), envolvem conversas com um terapeuta sobre pensamentos e sentimentos, e discussão sobre como isso afeta o comportamento e bem-estar.

Medicação

Em alguns casos, a medicação pode ser prescrita para tratar alguns sintomas ou estados associados com o Transtorno do Espectro Autista. Por exemplo:

  • Problemas de sono – pode ser tratado com melatonina;
  • Depressão– pode ser tratada com um tipo de medicamento conhecido como Inibidores Seletivos da Recaptação de Serotonina (ISRS);
  • Epilepsia– pode ser tratada com um tipo de anticonvulsivo;
  • Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) – pode ser tratado com metilfenidato;
  • Comportamento agressivo e birras – podem ser tratados com um tipo de medicamento chamado antipsicótico, se o comportamento for grave, ou tratamentos psicológicos.

Estes medicamentos podem ter efeitos colaterais significativos, por isso só podem ser prescritos por um médico especialista.

Tratamentos não recomendados

Uma série de tratamentos alternativos têm sido sugeridos para o autismo. No entanto, estes devem ser evitados, porque há pouca ou nenhuma evidência de que são eficazes, e alguns podem até mesmo ser potencialmente perigosos. É muito importante oferecer qualquer medicamento ou tratamento para a criança com autismo mediante a prescrição de um médico especialista, nunca por conta própria e indicações de amigos ou familiares.

Prevenção do Autismo

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 Embora a causa exata do autismo não seja conhecida, alguns casos estão ligados à exposição a substâncias químicas durante a gravidez. Portanto, é essencial evitar tomar qualquer medicamento durante a gravidez, a menos que o médico os prescreva. Isso é ainda mais importante para alguns medicamentos anti convulsivos, tais como ácido valpróico – um medicamento receitado para o tratamento de convulsões, enxaqueca e distúrbios bipolares. É também essencial evitar o consumo de bebidas alcoólicas de qualquer espécie durante a gravidez. E quando a mãe é imunizada contra a rubéola (também distintamente conhecida como sarampo alemão) antes de engravidar, pode prevenir o autismo associado à rubéola.

Após o parto, há certas medidas que podem ser úteis na prevenção de autismo. Uma delas é o diagnóstico precoce e tratamento da fenilcetonúria (PKU) – doença metabólica, transmitida geneticamente de forma autossômica recessiva. Esta doença é hereditária e causada pela ausência de uma enzima do fígado, necessária para digerir a enzima fenilalanina. Da mesma forma, o diagnóstico precoce e tratamento da doença pode reduzir o risco de uma criança ter autismo.

Estudo

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Pesquisadores da Universidade de Washington, em Seattle, começaram recentemente um estudo inovador financiado pelo Instituto Nacional de Saúde e Desenvolvimento Infantil. Os inscritos no estudo são crianças com idade de seis meses ou menos com um irmão mais velho diagnosticado com autismo. Elas são parte do primeiro estudo destinado a prevenir os sintomas do autismo de se desenvolver em crianças de alto risco para a doença.

Enquanto as últimas pesquisas norte-americanas indicam que o autismo afeta um em cada 150 recém-nascidos americanos, cerca de uma em cada 20 crianças que têm um irmão mais velho com autismo irá desenvolver o transtorno. Esse estudo representa a primeira tentativa de intervir e tratar crianças que estão em risco para o autismo ao primeiro sinal dos sintomas. Um dos objetivos do estudo é de ser capaz de identificar o autismo mais cedo possível, antes que os sintomas mais evidentes apareçam. Isso permite que os profissionais de saúde comecem precocemente o tratamento, enquanto as conexões no cérebro de uma criança ainda são sensíveis.

Recomendações sobre autismo para considerar a uma gestante ou mulher que pretende engravidar:

  1. Discutir medicamentos com seu médico. Em particular, discutir os riscos associados com terbutalina, ácido valpróico (valproato), analgésicos, vitaminas pré-natais, antipsicóticos e estabilizadores de humor.
  1. Perguntar ao médico sobre o ácido fólico. Pesquisas sugerem que suplementos de ácido fólico – tomados antes e durante a gravidez – reduzem o risco de autismo.
  1. Evitar fumaça de cigarro e bebidas alcoólicas.Ambos podem ter efeitos adversos no desenvolvimento fetal, bem como na saúde a longo prazo da mãe e da criança.
  1. Comer em abundância produtos frescos, mas lavá-los antes de comer. Comer muitas frutas e produtos hortícolas (não transformados) frescos é altamente recomendado durante a gravidez. Só é importante se lembrar de lavá-los cuidadosamente para reduzir possíveis pesticidas ou contaminação microbiana.
  1. Reduzir consumo de alimentos embalados. Alguns alimentos embalados – como refeições prontas congeladas para forno de micro-ondas, devem ser evitados porque contém produtos químicos. Estes produtos químicos podem causar desregulação endócrina, que pode causar autismo.
  1. Eliminar ou limitar a uma vez por semana o consumo de peixes oleosos e atum. Peixes oleosos podem acumular diclorodifeniltricloroetano (DDT) e bifenilos policlorados (PCB) em seus tecidos gordos. Alguns outros peixes como o atum tendem a acumular mercúrio e chumbo. A contaminação pelo mercúrio pode causar danos no cérebro, coração, rins, pulmões e sistema imune, estimulando o desenvolvimento de problemas cognitivos.
  1. Limitar o uso de produtos de cuidados pessoais (hidratantes, perfume, etc.) com odores fortes e ingredientes artificiais.Hoje, no mercado, existem opções mais seguras desses produtos. Com uma boa pesquisa na Internet ou em lojas especializadas, é possível encontrar produtos de beleza e de cuidados pessoais indicados para gestantes, sem riscos à saúde da mãe e da criança.
  1. Enquanto grávida ou durante a amamentação, reduzir ou evitar a exposição ao cheiro de um novo mobiliário doméstico, pesticidas, fungicidas, tinta fresca ou solventes. É extremamente importante evitar esses produtos para reduzir a sua exposição a produtos químicos potencialmente tóxicos – que têm uma ligação com o autismo.
  1. Lembre-se que “natural” não significa necessariamente seguros durante a gravidez. Um exemplo disso são os medicamentos “alternativos” e suplementos, que devem ser estritamente evitados durante a gravidez. Poucos desses medicamentos foram testados para a segurança durante a gravidez.

É importante ressaltar que todo o conteúdo deste artigo é geral, para levar a você as melhores informações sobre o autismo, e quaisquer indagações devem ser levadas a um profissional de saúde. Não tome qualquer medida sem antes obter uma orientação especializada. O autismo é uma doença que deve ser levada a sério, e acompanhada por um profissional.

E então, gostou do conteúdo? Conte nos comentários suas experiências ou deixe suas dúvidas. Será um prazer conversar com você.

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